Divino Amigo

A cada amigo meu,  amo cada um de vocês.
Obrigado, Gratidão, contem comigo.

Há bênção divina
A cada dia
Sobre cada um de nós
Todos os dias
Há bênçãos pra nós

A qualquer momento
Paira no ar
Milagre divino
Possibilidade nos limites do impossível
A fluidez da tua prece

O ‘querer’
Contradiz tradição
Inutiliza estatísticas
Ignora o mal
É Poder

Ontem vi uma bênção
Hoje cedo estava lá…
Outra

É quando o meu pranto
Materializa o sopro
Do Pai sobre mim
Hoje eu vi nova bênção
Em forma de amigo
Me dando a mão

Bom dia

 

 

Pai Nosso segundo O Burro Velho

JH

 

“Pai nosso, que estais no céu”, como podes, meu Pai, ser tão generoso, tolerante, amoroso e caridoso com todos os seus filhos?

“O pão nosso de cada dia”, deixa ao alcance de todos nós os frutos mais doces, as palavras dos amigos, os gestos dos idosos, a sinceridade das crianças… As oportunidades que permitem a cada um de nós construir viver, cultura, progresso, evolução, as crias…

“Perdoai as nossas ofensas”, continue, Pai querido, a colocar os frutos ao alcance e, no limite da minha estatura… pouquinho acima… pouquinho acima. Deixe que seu filho experimente o fruto de cada semente que jogar… deixe.

“Mas, somente à medida em que aprendo a perdoar meus devedores”, prova, Pai, all the time, este filho torto, bem criado, porém teimoso, abusado e brigão. Mostra pra mim o sabor do meu próprio fel, o torpor do meu próprio veneno, a dor da minha investida, mostra, mostra…

“E não me deixe, Pai, nunca mais, cair em tentação”, que esteja sempre presente e ao meu alcance tudo aquilo que aprendi a evitar, que a cada dia eu possa reforçar meu caráter submetido aos testes seus. É minha, Pai querido, esta decisão, eu confio nas lições que aprendi, eu confio em mim.

“E livra-me de todo o mal do qual eu não seja merecedor”, diante de ti, admito meus erros, me envergonho, padeço, rastejo, me arrasto, choro… para então depois me levantar, fazer minha colheita… e que eu sempre encontre, Pai, a força necessária à colheita digna, decente e edificante.

Graças a Deus!

#estúdio1931
#enãomerela

Portas Abertas

Não há sequer uma porta fechada”, para você ou para mim.

Toda porta exige determinada chave.

Foque nas chaves… nas chaves!

O êxito reside em jamais desistir, em estar sempre em atividade e numa determinada direção, só numa.

Foque naquilo que você tem completo e absoluto controle sobre. Todo o resto não lhe diz respeito.

Faça o que está ao seu alcance, é que lhe cabe; é por isso que você responde.

Mas faça tudo o que estiver ao seu alcance.

Considere cada obstáculo, cada obtuso do caminho, uma bênção, uma oportunidade; saiba tirar proveito de sua existência exatamente onde ele está.

Você será feliz (bem-sucedido) independentemente do êxito na tarefa.

Lembre-se: sua missão primária é se tornar pessoa melhor. Todo o resto é secundário, degrau, caminho, veículo, meio.

Bom dia, luz do dia!

#estúdio1931
#facanosdentes
#sanguenosolhos
#enãomerela

 

Nada Consta – o livro de Danilo Nuha

“Semente inquieta”

Assim defino o Danilo, o “Japa-Nuha”, que conheci na casa de número 1273, da rua Paissandú, no Bairro Amambaí, em Campo Grande – MS – Brasil… a “Paissanda”… 

Nunca vou me esquecer do adolescente angustiado com um passado não-dito (pra mim) de todo, “de mesmo” .

Relatava o Japa-querido, menino querido, angústia que lhe causava seu endereço, “…na 7 de setembro, em frente ao Mercadão, Dão… é foda…”.

Eu vinha de três semestres intensos na Escola de Arquitetura, e cursava Artes Visuais na UFMS, com a mesmíssima intensidade, pulei alto –  de cara – com a aflição relatada, em verdade, com a origem da aflição…

“Meu, Danilo! Ninguém aqui é mais campo-grandense que você, brother! Você nasceu na 7 de Setembro, na primeira casa, onde nasceu a cidade. A cidade nasceu na 26 de Agosto, em frente ao “Mercadão” onde praticamente você nasceu! Velho, eu também nasci na 7, mas dois quilômetros adiante, na última casa…”

Os olhos de Nuha sempre miraram além… denunciavam, distantes, a força do potencial produtivo daquela cabeça que os abriga.

Nada Consta é o livro publicado há alguns meses. É vida, é história de um gigante dócil. De um monstro-bom, de um grande cara.

Sempre acreditei que irá longe, sempre notei que não há fronteiras pro Nuha, sempre de boa, gente boa, gente nossa.

Obrigado, Nuha!

João Henrique de Miranda Sá é jornalista campo-grandense.

#NadaConsta

#DaniloNuha

#estúdio1931

#enãomerela

 

Nova Acrópole Faz 60 Anos!

A semeadura permanente, o replantio do saber, “reserva técnica” de segurança a Nova Acrópole é!

Gratidão é a palavra do dia!

Por quem indica um novo caminho

Caminho em cujas margens, abundam as plantas

Que dão os frutos

Que nutrem minh’alma…

Matam a sede do ser

Que anseia o saber

De saber,

quem é!

Obrigado a todos de Nova Acrópole Brasil – Escola Internacional de Filosofia Nova Acrópole Campo Grande…

… pelo firme apoio, bastão de jornada,

que são para tantos de nós!

Parabéns, é a palavra da vez!!

João-Henrique De Miranda-Sá tem sede de saber, ânsia de conhecer e é jornalista campo-grandense

#NovaAcrópole60Ano
#JubileuNovaAcrópole
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