Mês: dezembro 2016

A Forja – 31 de dezembro de 2016

Imagem: Pixabay
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Campo Grande, 31 de dezembro de 2016
 

A forja.

Hoje, quem viver viverá o último dia de um ciclo anual classificado por muitos como “terrível”.

Muitos de nós teme que os fatos que os assustaram e desanimaram continuem a suceder, continuarão.

Trata-se processo de reorganização que se agigantou diante dos olhos de todos, influenciando diretamente o cotidiano de todas as pessoas, sem exceção, que é gradual e irreversível. Graças a Deus.

O fato é que há séculos vivemos sob o manto da hipocrisia, em que instituições são regidas pela “Lei de Gerson”, que por sua vez norteia seus gestores, muitos deles, nossos representantes públicos, aos quais pelo voto outorgamos-lhes a posse das “canetas poderosas”, das quais desvirtuam o uso para benefício próprio.

Talvez sejamos injustos com um período marcado pela convulsão que caracteriza e antecede o colapso, depois do qual tudo será diferente.

Trata-se de um processo, um processo natural em que não há “brechas”, muito menos se queimam ou eternizam etapas.

Se estamos vivos, aqui e agora, é porque temos capacidade de lidar com as adversidades e inconvenientes frutos dessa crise que só inicia, dessa turbulência que antecede o temporal, deste desconforto que só está começando.

Consciente disso tudo, exercito a fé mirando a bonança vindoura.

É bem provável que muitos de nós, ou mesmo todos nós, não tenhamos tempo suficiente de gozar essa paz prometida; mas a conduta de cada um diante da tormenta será decisiva aos destinos de cada indivíduo.

Talvez estejamos nós a cumprir, aqui e agora, a mais importante semeadura de nossa existência, enquanto espíritos, enquanto inteligência ativa no Universo… talvez seja este momento semelhante àquela prova decisiva num curso qualquer… talvez.

Ao contrário do que muitos pensam, não somos penalizados por sermos nós os escolhidos a estar aqui e agora, ao contrário. Houve uma seleção criteriosa que determinou isso. E dois critérios essenciais são: o da capacidade (aptidão), e o do merecimento.

Tenho pra mim, nítido como o ar, de que os que vencerem as adversidades que já se apresentam, promovendo a manutenção da lucidez e da dignidade, estarão conquistando lugar num tempo almejado há séculos, inconscientemente, por todos nós.

Somos privilegiados.

Que doravante exercitemos todos a substituição definitiva e irrevogável do sombrio e covarde “eu acho”, que segrega e aparta; pelo honesto, sincero e esclarecedor “me explique”, que aglutina… que une.

Que em todos os lares, silêncio que enclausura e enlouquece, seja substituído pelo diálogo franco e aberto, que liberta.

Que a paz esteja sempre no coração de todos.

Que Jesus continue presente e ao alcance de todos.

Que assim seja.

Um amigo

Conhecimento Latente

Tem gente que nunca parou pra pensar o porquê de uma pessoa aprender um ofício com mais facilidade que outra; a explicação para o que convencionamos chamar “prodígios”.

Pras pessoas que entendem a eternidade da vida e a pluralidade das existências, muito mistério cai por terra.

Aprendi com seres realmente esclarecidos que tudo o que se aprende na vida (eterna) fica armazenado na memória. Que a cada mergulho na carne nosso “HD” é particionado novamente, e tudo o que foi aprendido no passado fica coberto por um fino “véu de esquecimento”.

Defendo que devemos experimentar mais e mais atividades, tantas quantas for possível, pois só assim corremos verdadeiro risco de encontrar alguma atividade que já desenvolvemos outrora, e de sobre ela retirar tal “fino véu”.

Os talentos vão se acumulando na memória, tal e qual os amores nos compõem.

A este tipo de talento “precoce”, se o que digo tiver fundamento, pode ser chamado “Conhecimento Latente”.

Descubra seus talentos

Feliz ano novo!