Mês: novembro 2017

A Minha Gente – gana, fé e coragem

Imagem: jhmirandasa
Imagem: jhmirandasa

 

Essa é a minha gente!

Rala duro e bem o dia todo, carrega a vida nas costas, com alegria.

Trazem nas mochilas os sonhos e os meios;

Cueca e desodorante, anseios e escova de dente;

Um porrete, que besta não é… mais.

Faca nos dentes;

Sangue nos olhos;

“Zanguebão”!

Na mochila, o presente…

Edificando o futuro.

Do homem melhor.

Essa é a minha gente!!

Booooraaa!!

#DireitoFacsul
#DireitoPenal
#ProfessorMarlon
#PenaléLegal
#enãomerela!

Um Horizonte Que é Meu

Quando você se vê no seu lugar, no único lugar que deveria estar, tudo é bom.
Quando você se vê diante, entende o significado da “razão”.
Aí, meu nego, todo o resto é irrelevante.
E então você simplesmente… é!

Aos meus Mestres, ao tempo e à vida, que começa agora:

Ao sonho do qual me afastei antes mesmo de sonhar

À bênção divina

Que paira sobre todos nós

E envolve os que estendem as mãos…

Pro alto

Altíssima força

O “querer”

Que opera milagres

Em quem crê em si

Se reconhece…

Amor

Árvore Ideal

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Árvore Ideal

 
O limiar da lucidez havia ficado pra trás
 
Havia tempo, havia sorte
 
Havia uma construção em curso
 
Fogo e porrada
 
A forja
 
Fogo demasiado quente
 
Miolo demasiado mole
 
Homem em brasa, marreta pesada
 
Calor e malho
 
Como num oásis, planta uma árvore no branco árido da tela
 
Frondosa copa, de cores diversas na mesma pincelada
 
Gesto suave e manso com o pincel
 
Os dedos texturam frenéticos
 
Acabara de aportar no estaleiro
 
Pra recompor a paz, salvar a vida
 
Alcançar “serenidade” almejada
 
Ali, na ponta do pincel
 
Havia todas as cores que perdera
 
Havia a calma
 
Suspiro aliviado
 
Idealizada sombra de outrora
 
Ora deitado sob ela
 
Farfalhares alegres
 
Brisa no rosto
 
Ora serenidade é fato
 
Da semente ideal
 
Gesto e ato
 
Eu posso, eu faço, eu vou
 
Serenidade agora
 
Sou eu
 
 
J.H.Miranda-Sá
#enãomerela
#oburrovelho
#opotedágua
#estúdio1931

Vida Fluida Desalma no Amar

Vida minha

Vem como riacho

No leito do tempo

Fio d’água miúdo de outrora

Recebe em si

O volume alheio

Dos afluentes amores

Que se unem num só

Vida que se faz rio

Que percorre gargantas estreitas

Mergulha em saltos incríveis

Renasce mansa, no rebojo do poço

Lá adiante

A cada curva que faz

O leito se modifica

A vida é fluída

Sem vocação pra represa ou açude

Sem merecer canalização

A vida é fluída e ensina

Quem busca o oceano

Unidade que somos

A vida é fluída

Me deixo levar

Não ação confiante

Inércia distante

Satisfação