Categoria: Devaneios

Deus Habita Minh’alma

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Deus habita minh’alma.

Paira manso, reto e soberano

sobre fúria brutal adormecida

De potencial ilimitado

Reprimida por fino véu de sabedoria

Leve… frágil…

Deus habita minh’alma.

 

27/02/2017

Memórias do Menino Que Pedalava – o lançamento da obra

 

Capa A4

 

A essência de um homem novo na seleção de 72 de aproximadamente 200 trabalhos publicados entre 2013 e 2015. Alma, crenças, valores e convicções impressos de dezenas de formas distintas, em temas muitos, uteis a muitos de nós. Este é o conteúdo do meu primeiro livro.

Desde 2011, setembro de 2011, fui tomado por “impulsos escrevedoiros”, como me habituei a classificar o impulso de compartilhar, por meio da escrita, meu pensar, experiências, visão de mundo e toda sorte de sentimentos.

A vida de cada um de nós se assemelha a um grande mosaico. Dedicamos tempo e energia à construção de cada uma das peças. O tempo é o amálgama que proporciona a liga que une cada período ou fase; cada tempo vivido, amor desfrutado; experiências, boas ou não.

Dessa necessidade surgiu o blog www.oburrovelho.com.br , que é o meu grande pergaminho. Ali eu guardo em caixa aberta todas as catarses, malcriações, reflexões, pensamentos e declarações de amor e afeto.

Entre 2013 e 2015, fluiu produção consistente, volumosa e significativa. Foram ao ar mais de 200 (duzentos) textos, dentre coisas boas e outras nem tanto.

Reorganizando minhas pastas, no ano passado (2015) me dei conta de quão significativos e úteis podem ser aqueles trabalhos pra tanta gente. A ideia inicial era restringir a produção inicial em uma tiragem de volumes físicos. A crise descapitalizou a todos, a mim, inclusive.

Optei então pela publicação do e-book. Isso se deu no dia do aniversário de Campo Grande, minha cidade natal, 26 de agosto de 2016, no site Amazon, www.amazon.com.br , onde é possível ler gratuitamente todo o conteúdo, ou baixar pagando o preço de capa. Segue abaixo o link para que se possa fazê-lo:

http://amz.onl/aWu6J4V

Na quinta-feira, 15 de setembro, das 20h às 22h, a obra será lançada no Clube do Litoral Central, evento que acontece, no Jack Pub, na rua 15 de novembro 2090.

Após o lançamento do livro, o Clube do Litoral Central segue sua programação normal, com o show de Paulo Simões cantando Bob Dylan, Guga Borba, Jerry Espíndola, Ju Souc.

É noite de festa e você está convidado!

Dance, dance e dance!

Ecxtasy IIIImagem: jhmirandasa

Dance, dance e dance!

A vida é muito curta pra lamúria e auto piedade.

Não se lamente e tente visualizar o lado positivo de tudo, tire proveito disso!

Dance com a vida e não se preocupe se ela pisou no teu pé…

Talvez ela só queira que você deixe de se envergonhar com quem olha

Pra olhar nos olhos dela

Dance com a vida…

Dance…

Não se preocupe se você pisou no pé dela, relaxe

Há quem tenha tão pouco e seja tão grato

Por que não eu?

Por que não você também?

Dance!

Relaxe…

Tá tudo certinho

Dance, dance e dance!

Bom dia!

Deus – questão essencial, dinâmica e mutante. Respeito mútuo

DEUS

Questão essencial

Todos nós passamos um dia

Pela certeza de que não há

Depois de duvidar

Num dia, um belo – às vezes sofrido – encontro, e outra certeza se faz

Não há mais dúvidas e nem contestação, da certeza de que há

De que ele aqui está

De que há paz

Na certeza de que há

Pois todos nós passamos da certeza de que não há

À paz de que ele cá está, dando apoio irrestrito e total liberdade

Inclusive para crer ou não crer que há

Alguém a nos olhar, orientar sutilmente…

A vibrar a nosso favor

O que nunca irá mudar

É o ‘poder’ desse-de-ir

Ou… de não ir

Por onde fazer o caminho

Pisar e andar, enxergar crer

Acreditar e ver que há

Ou refutar, negar…

Bater o pé, dizer que não há

Toda opinião é válida

Todo momento é respeitável

Tomo homem é sábio

Bom dia!

Dão

João Henrique de Miranda Sá é escritor e redator
Portfólio em https://www.facebook.com/jhmirandasa1931
Skype: jhmirandasa1931

Pra ficar comigo

post blog

Sou o sujeito que lê o mundo e escaneia as pessoas por meio da audição.

Quase impossível me concentrar numa tarefa sem distrair esse sentido.

Vai daí a importância da música e a constante presença dos fones de ouvido onde quer que eu vá.

O mundo me perturba com sem número de informações sonoras.

Então eu distraio o zuvido, pra ficar à sós….

comigo.