Categoria: Gentes Querida

Homenagens, parabéns, e dia dos(as)

Calmaria – de Valter Patrial

Fotografia: Valter Patrial
Fotografia: Valter Patrial

Calmaria … A Meu Pai …

“Quando nós vamos amadurecendo, fica escancarado o que temos que fazer. Começamos a olhar com mais clareza para tudo. Ninguém consegue realmente ser grande quando não aprendeu a ser pequeno.”  (Valter Patrial)

Dia dos Professores 2017

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Imagem: Pixabay

 

Campo Grande, 15 de outubro de 2017

 

Para jornalistas, produtores de conteúdo, cronistas e articulistas, sobra pauta acerca do caos, de malfeito e malfeitores, de aberração e inversão de valores e de projeções soturnas do porvir.

Embora muitos de nós restrinjam sua produção lançando mão da matéria-prima farta descrita acima, há quem prefira garimpar em meio à lama, atitudes semelhantes diamantes puros, brutos ou lindamente lapidados, para dedicar seu olhar, versos e poesia.

Tenho no dia de hoje, especialmente, pauta feita oásis em meio ao cenário atual, cada vez mais árido de positividade e esperança, porque hoje é “O Dia dos Professores”.

Hoje, especialmente hoje, sou um garimpeiro ativo numa jazida imensa.

A consciência do privilégio de ser objeto da influência de seres humanos incríveis, luminosos, ímpares, é fonte de emoção que brota do fundo d’alma.

Afortunado me vejo, pois de cada um deles me lembro todos os dias. Ouço claramente suas vozes, em momentos capitais, na hora de decidir caminho, como agir e como não agir. Imagino como agiriam, e principalmente, que juízo fariam de minha escolha.

A conduta demonstrada é veículo eficaz e silencioso de qualquer lição, matéria, ensinamento. Sua subjetividade permite-nos aplica-la num sem número de situações que se nos apresentam quotidianamente, vai daí seu valor imensurável.

Tive Professores analfabetos, Mestres, Doutores, Catedráticos, Livres-Docentes; também professores Mestres, Doutores, ‘pós-doc’… esses importantes, aqueles… preciosos!

Só é Professor de fato, aquele que honra a escolha que fez pelo exemplo que dá. Que demonstra a que veio no produto que forja; cuja postura lhe confere o título, jamais o contrário.

Hoje escrevo em homenagem, em gratidão, aos Professores que me inspiram e me balizam a caminhada. Cuja presença em mim orgulha, enche de responsabilidade e emoção.

Trago cada um de vocês em mim e onde eu estiver, todos vocês serão bem representados.

Espelhos meus.

Muito obrigado!

Julita 2017 – luz infinita

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Imagem:Pixabay

Campo Grande, 27 de setembro de 2017

 

O nascimento de uma criança, neste plano em que estamos, se assemelha a uma vela que se acende, em meio a inóspito e obscuro ambiente.

Nasce a criança, surge uma vela, faz-se a luz…

Ascende o amor.

Assim como nós, tal vela é composta de parafina grosseira, que envolve o pavio, que por sua vez alimenta e mantém uma chama.

Por meio do corpo, vibra o amor, que proporciona a ação da inteligência que somos.

Velas acesas.

Julita, a vela, brilha nesse breu abissal, um cadinho de amor, que no frio da incerteza, aquece a muitos de nós; que me alimenta de vida, de garra e da certeza de que estamos aqui, juntos, pra isso mesmo: exercitar o amor, aumentar a chama, clarear…

Obrigado, minha mãe, pela acolhida amorosa, de potencial infinito, de laço firme e pulso forte…

Obrigado!

Você é chama crescente e sem fim, nesse mundão de meu Deus.

Meus parabéns, pelo seu aniversário.

 

Dão, seu filho.