Bicicleta – 200 anos fazendo história

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Imagem: Mário Freitas

Uma história de amor à Terra

A invenção da bicicleta faz 200 anos!

Quando mais vivo, estudo e conheço o mundo, as máquinas e as tecnologias, e principalmente as pessoas, tanto mais me convenço de que a bicicleta é uma das mais relevantes criações humanas.

Quanto mais caminhamos em desalinho com a Natureza, na contramão da evolução real, mais importante se torna a bicicleta para o planeta e pras gerações vindouras.

Essa é minha opinião, desde sempre.

Quanto mais o tempo passa, quanto mais caótico cenário que produzimos, tantas outras pessoas dar-se-ão conta disso, graças a Deus.

Tal compreensão promove a integração do homem e seus objetivos, além de proporcionar um meio divertido e saudável de chegarmos em qualquer lugar, sem agressão à mãe Terra.

E viva a bicicleta!

E parabéns a quem reconhece sua importância!

Este artigo abre uma série dedicada à análise da possibilidade da adoção da bicicleta como meio de transporte cotidiano, suas vantagens e desvantagens, dicas e sugestões aos iniciantes e veteranos.

Você pode colaborar com a iniciativa sugerindo pautas, indicando subsídios e conteúdo útil à sua produção.

Escreva para: joaohenrique.mirandasa@gmail.com

Vamos pedalar!

 

 

12 de Outubro – uma ode à hipocrisia

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Imagem: autor desconhecido

 

O estabelecimento de ‘datas comemorativas’, sabemos, é estratégia – válida e bem-sucedida – de impulsionar as vendas em nichos específicos do mercado.

Pegando carona na beleza publicitária pintada na mídia, chamo-vos à reflexão, chamo-vos à realidade nua, crua e despida, não só das ruas, mas dos lares, pobres e ricos; das escolas, particulares ou públicas.
 
Convido-os à reflexão baseada no grito silencioso de “Três Vivas às Crianças”:
 
Um viva àquelas crianças que padecem da ‘instrução’ (ir)responsável, de pais que não aprenderam as lições essenciais que deveriam ora transmitir…
 
Viva!
 
Um viva àquelas crianças que jazem como zumbis nas ruas, fruto dum Estado criminoso, omisso, vil e canalha de alto a baixo…
 
Viva!
 
Viva àquelas crianças todas, da rua e de casa, expostas à droga que negamos e condenamos, enquanto consumimos em sua presença; à cultura do “iniciando os trabalhos” em que os alcoólatras atribuem ao seu inimigo condição de aliado e valor de beleza, pela absoluta incompetência na lida com seus vícios…
 
Viva!
 
Viva a hipocrisia na qual sustentamos nossa sociedade doente.
 
Viva!
 
Viva…
 
Vivam com essa.
 
Feliz dia das Crianças.

Vem Por Aqui – sobre coisas e coisas

“Vem por aqui”

Atribuir caracteres malditos à arte, sugerir que deva ser censurada, por conta de atitude irresponsável de uma mãe, num evento isolado, na condução da educação de um de seus filhos, me parece um tanto desproporcional.

Cogitar censurar a arte com base numa comoção histérica, infundada, equivocada e preconceituosa, me parece a manifestação do caos… mais uma.

Ver que muitos dos meus amigos embarcaram em mais essa onda de ignorância, caracterizada pelo evidente efeito manada, isso sim entristece, mas jamais me desanimará.

O investimento no autoconhecimento é fundamental pra que se opere, em cada indivíduo, imunidade à “ofensa” e à “decepção”.

Nada nem ninguém tem o poder de ofender aquele que se conhece um pouquinho. Ninguém decepciona essa pessoa, pois ela não idealiza tampouco espera algo de alguém.

Esse ‘caboco’ que se enfrenta com tanto mais coragem quão mais vil se reconheçe, é virtuoso. Tão imperfeito quanto os outros, mas caminha, “de vagar e sem pausas”.

Meu maior medo é ser manipulado por meus algozes, os mais próximos são os vícios do meu caráter, a inobservância dos princípios e valores que trago comigo, transferidos desde a minha criação.
 
Eles são reforçados e ampliados à medida em que amadureço o indivíduo que sou, momento em que eu, e só eu, sou responsável pelo que creio, trabalho, e na direção em que delibero tudo na vida.

“Não, não vou por aí.”

João Henrique de Miranda Sá

Poeta, escritor, escultor, ator, pintor, fotógrafo, idealizador e realizador de elementos arquitetônicos inusitados, objeto e fruto da arte, mais um daqueles que amam e fazem arte, assim como fazem… amor.

Julita 2017 – luz infinita

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Imagem:Pixabay

Campo Grande, 27 de setembro de 2017

 

O nascimento de uma criança, neste plano em que estamos, se assemelha a uma vela que se acende, em meio a inóspito e obscuro ambiente.

Nasce a criança, surge uma vela, faz-se a luz…

Ascende o amor.

Assim como nós, tal vela é composta de parafina grosseira, que envolve o pavio, que por sua vez alimenta e mantém uma chama.

Por meio do corpo, vibra o amor, que proporciona a ação da inteligência que somos.

Velas acesas.

Julita, a vela, brilha nesse breu abissal, um cadinho de amor, que no frio da incerteza, aquece a muitos de nós; que me alimenta de vida, de garra e da certeza de que estamos aqui, juntos, pra isso mesmo: exercitar o amor, aumentar a chama, clarear…

Obrigado, minha mãe, pela acolhida amorosa, de potencial infinito, de laço firme e pulso forte…

Obrigado!

Você é chama crescente e sem fim, nesse mundão de meu Deus.

Meus parabéns, pelo seu aniversário.

 

Dão, seu filho.